50 anos do Tri: Rivellino, meia da Seleção Brasileira de 1970

50 anos do Tri: Rivellino, meia da Seleção Brasileira de 1970

Autor de três gols durante a campanha do Tri, Rivellino foi quem abriu o caminho para o título, com uma bomba diante da Tchecoslováquia

Rivellino, camisa 11 do tricampeonato mundial da Seleção Brasileira em 1970 Rivellino, camisa 11 do tricampeonato mundial da Seleção Brasileira em 1970
Créditos: FIFA.com

A série "50 anos do Tri" relembra, em crônicas e reportagens, a conquista da Copa do Mundo de 1970 pela Seleção Brasileira. Serão várias publicações ao longo do mês de junho, que marca o aniversário do terceiro título mundial do Brasil. Conheça agora o meia Rivellino, um dos campeões. Até o aniversário da final da Copa, serão apresentados todos os atletas e o técnico Zagallo, por ordem alfabética.

11. Rivellino

Nome: Roberto Rivellino
Posição: Meia
Nascimento: 01/01/1946
Cidade natal: São Paulo (SP)
Clube: SC Corinthians Paulista

No Brasil, começar com o pé esquerdo geralmente é mau sinal. É sinônimo de azar, mau presságio. Mas na Copa do Mundo de 1970, não. Começar com o pé esquerdo foi muito bom. Até porque não foi qualquer pé esquerdo. Foi a canhota de Roberto Rivellino.

O meia foi o autor do primeiro dos 19 gols da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970. O Brasil perdia por 1 a 0 para a Tchecoslováquia quando o juiz assinalou falta na entrada da área dos tchecos. Rivellino tomou distância e soltou uma bomba que indefensável, mesmo que no canto do goleiro.

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O gol abriu o caminho para a vitória por 4 a 1 de virada da Seleção na estreia. O chute ficou tão famoso que rendeu a Rivellino o apelido de Patada Atômica entre os mexicanos, pela potência de sua perna esquerda. Ele ainda voltaria a marcar contra o Peru, nas quartas de final, também abrindo a contagem para o Brasil naquela partida.

Rivellino também balançou as redes contra o Uruguai, nas semis, e terminou a Copa do Mundo com três gols marcados, a terceira melhor marca no time (atrás de Jairzinho, com sete, e Pelé, com quatro).

No duelo contra a Inglaterra, pela segunda rodada, Rivellino não jogou na ponta, como vinha sendo utilizado por Zagallo. O meia foi recuado para ocupar a função de Gérson. Naquela partida, Riva acabou sofrendo uma torção e foi poupado do confronto contra a Romênia, na rodada seguinte. O duelo com os romenos foi o único jogo na Copa no qual Rivellino não foi titular.

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