Rafa analisa atuação da Seleção Feminina diante dos Estados Unidos

Rafa analisa atuação da Seleção Feminina diante dos Estados Unidos

Zagueira foi destaque na partida contra as americanas. Próximo duelo da Seleção Brasileira será diante do Canadá, nesta quarta-feira (24), às 18h (Horário de Brasília), com transmissão no SporTV.

Em Orlando, Seleção Feminina enfrentou os Estados Unidos pela segunda rodada do Torneio She Believes 2020. Rafaelle Em Orlando, Seleção Feminina enfrentou os Estados Unidos pela segunda rodada do Torneio She Believes 2020. Rafaelle
Créditos: Sam Robles/CBF

A Seleção Principal Feminina segue a sua preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Em solo americano, o Brasil perdeu por 2 a 0 para as donas da casa pela segunda rodada do Torneio She Believes. A Canarinho está na segunda colocação da competição com três pontos conquistados. Apesar da derrota, pontos positivos puderam ser observados.

Figurinha recorrente nas convocações da Técnica Pia Sundhage, a zagueira Rafa participou da entrevista coletiva após o treino desta segunda-feira (23). A camisa 4 recebeu elogios da treinadora pelo seu desempenho no torneio, especialmente na partida diante dos Estados Unidos.

"Eu agradeço os elogios. Quem joga atrás, nem sempre é reconhecido, mas num jogo contra os Estados Unidos, nós temos que trabalhar bastante e talvez esse seja o motivo de termos tanta visibilidade nestas partidas. A Pia sempre vinha jogando comigo e a Erika, mas ela se lesionou. Estamos a poucos meses das Olimpíadas e a Pia encaixa o time como ela pode", comentou Rafaelle.

Jogadora de confiança na zaga da Seleção Feminina, Rafaelle tem um como ponto forte a força física e a velocidade, duas características muito valorizadas por Pia. Com experiência diante das rivais, a zagueira acredita que ter estudado e jogado nos Estados Unidos ajudou no seu desempenho no duelo, principalmente na marcação em Alex Morgan, atacante americana.

"Eu já joguei contra elas algumas vezes e sei que o futebol delas é de força física e pressão. A Pia tem um estilo de jogo agressivo, ela gosta que nós tenhamos a posse de bola e seja possível roubar a bola no terço final, justamente por estarmos mais perto do gol. Como temos a qualidade da bola nos pés, ela pede para começarmos o jogo na pressão alta para roubar a bola na frente. Só que isso exige muito de todas, não só das atacantes, que ficam em cima, mas também das zagueiras, que precisam estar ligadas para não ter lançamento nas costas", declarou a zagueira.

Em Orlando, Seleção Feminina enfrentou os Estados Unidos pela segunda rodada do Torneio She Believes 2020 Em Orlando, Seleção Feminina enfrentou os Estados Unidos pela segunda rodada do Torneio She Believes 2020
Créditos: Sam Robles/CBF

A vivência nos Estados Unidos ensinou a Rafaelle a falar inglês, o que facilita na comunicação com Pia. Como peça importante na zaga, a jogadora tem a função de ouvir as informações da comandante e passar para as suas companheiras de defesa. Para Rafa, é importante que tenha pelo menos uma jogadora com essa função em cada linha do campo, seja na zaga, no meio ou no ataque, para assim todas as falas da sueca serem ouvidas pelo time.

“Eu tento ajudar bastante. A Pia pede bastante isso para a gente para sermos responsáveis pela altura da linha, passar confiança para outras atletas, porque nós temos a facilidade de ver o jogo de trás. Eu uso o meu inglês para sempre passar as informações que ela dá no banco, e eu acho isso muito importante”, falou a camisa 4.

O próximo duelo da Seleção é quarta-feira (24), às 18h, contra o Canadá, com transmissão no SporTV. Com a vitória os Estados Unidos são líderes da competição, o Brasil está na segunda colocação com três pontos, seguido do Canadá e Argentina, respectivamente, em terceiro e quarto lugares. 

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