Como na Rio 2016, Seleção Feminina enfrentará a China na estreia de Tóquio 2020

Como na Rio 2016, Seleção Feminina enfrentará a China na estreia de Tóquio 2020

Confira o retrospecto do Brasil contra China, Holanda e Zâmbia, adversárias na fase de grupos em Tóquio.

Brasil x China - Jogos Olímpicos Rio Brasil x China - Jogos Olímpicos Rio
Créditos: Ricardo Stuckert / CBF

A Seleção Feminina já tem em seu horizonte os adversários que enfrentará na primeira fase dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Em sorteio realizado na manhã desta quarta-feira (21), na sede da FIFA, foram definidos os três grupos da competição. E o Brasil terá um adversário bem conhecido na estreia: a China.

Assim como nos Jogos Olímpicos de Rio 2016, a Seleção iniciará sua caminhada contra as chinesas. Na ocasião, o Brasil venceu por 3 a 0, com gols de Mônica, Andressa Alves e Cristiane. Além da China, o Brasil também enfrentará a Holanda e a Zâmbia no Grupo F do torneio de futebol feminino de Tóquio 2020.

Tanto as holandesas quanto as zambianas serão adversárias inéditas para o Brasil no futebol feminino em Olimpíadas. Ao todo, em seu retrospecto olímpico, a Seleção Feminina soma 32 jogos, com um retrospecto de 15 vitórias, 6 empates e 11 derrotas. Dois destes jogos foram contra a China. Além da vitória por 3 a 0 na estreia em 2016, o Brasil também sofreu uma derrota por 3 a 2 em 1996, em jogo válido pelas semifinais da competição.

Brasil x China em Jogos Olímpicos

Brasil 2 x 3 China - Atlanta 1996 (semifinal)

Brasil 3 x 0 China - Rio 2016 (fase de grupos)

2 jogos
1 vitória
1 derrota
5 gols marcados
3 gols sofridos

Retrospecto olímpico

Em busca da medalha de ouro, o Brasil chega a Tóquio como uma das seleções mais tradicionais do torneio olímpico de futebol feminino. No Japão, o Brasil fará sua sétima participação na competição, o que faz do país um dos três únicos a disputar todas as edições do torneio, ao lado de Estados Unidos e Suécia.

Nas últimas seis edições, a Seleção Brasileira acumulou 32 jogos, com 15 vitórias, seis empates e 11 derrotas. O melhor resultado do Brasil no futebol feminino foi a medalha de prata, que a Seleção conquistou duas vezes: em Atenas 2004 e em Pequim 2008.

Outra prova da tradição brasileira no futebol feminino são as marcas ostentados por Cristiane e Formiga. Com 14 gols, a atacante é a maior artilheira entre homens e mulheres do futebol nos Jogos Olímpicos. Já Formiga, que esteve em todas as competições olímpicas de futebol feminino até aqui, poderá chegar à sua sétima participação em Olimpíadas caso seja convocada pela técnica Pia Sundhage.

A treinador, por sinal, tem um capítulo a parte na história dos Jogos Olímpicos. Ela esteve em todas as seis edições dos Jogos Olímpicos, como jogadora, técnica ou parte da comissão técnica. Em Atlanta 96, fez sua estreia como jogadora defendendo a Suécia. Em 2000 e 2004, integrou as comissões técnicas de Suécia e Estados Unidos, respectivamente, como observadora técnica. Nas últimas três edições, ela levou o seu time à decisão. Em 2008 e 2012, foi bicampeã olímpica com os Estados Unidos. Em 2016, no Rio de Janeiro, levou a Suécia à medalha de prata - com direito a eliminação do Brasil no Maracanã, na semifinal.

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