Andressinha elege fator ‘criatividade’ como crucial na estreia da Seleção Feminina nos Jogos de Tóquio

Andressinha elege fator ‘criatividade’ como crucial na estreia da Seleção Feminina nos Jogos de Tóquio

Meia da Seleção Brasileira ressaltou que, diante da China, a criatividade, natural do futebol brasileiro será primordial para furar o bloqueio da defesa asiática.

Jogo Preparatório Seleção Feminina Principal - Brasil x Canadá - 14/06/2021. Andressinha. Jogo Preparatório Seleção Feminina Principal - Brasil x Canadá - 14/06/2021. Andressinha.
Créditos: Richard Callis/SPP/CBF

A poucos menos de duas semanas para o início dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a cabeça das atletas da Seleção Feminina Brasileira já está na estreia. O posicionamento de Andressinha é uma prova desta expectativa. Durante coletiva de imprensa realizada nessa sexta-feira (9), a meia da Canarinho analisou a China, primeira rival do Brasil na Olimpíada, e explicou qual a estratégia ideal para surpreender as asiáticas.

Oriundas de uma escola tradicional baseada em aplicação defensiva e tática, a China promete ser um desafio à altura para a Seleção Feminina em sua estreia. De acordo com Andressinha, para começar o torneio com o pé direito, as jogadoras brasileiras terão que aliar dois aspectos do jogo: a criatividade natural do país e a organização cobrada incessantemente pela técnica Pia Sundhage a todo momento.

“A China é um adversário que a gente conhece bem, já jogamos algumas vezes contra elas. Sabemos da questão da organização das seleções asiáticas, que dão sempre jogos bem difíceis. Mas a gente não pode abrir mão da nossa criatividade, porque isso é o Brasil. Tentar executar isso sempre com bastante organização. Acredito que essa seja a chave para conquistarmos a primeira vitória na Olimpíada, que é muito importante. É tudo muito rápido lá, então na Primeira Fase e no primeiro jogo temos que estar super bem, não deixando nossa criatividade de lado, sempre com organização”, projetou a meia da Canarinho.

Outro ponto bastante exigido pela técnica do Brasil é a bola parada. Especialista nas cobranças, Andressinha admite que esse fator tem potencial para levar a Seleção Feminina longe nos Jogos Olímpicos. A meia da Canarinho elogiou as companheiras batedoras, mas também ressaltou a importância da presença de boas cabeceadoras no elenco.

“A bola parada é algo que a gente está insistindo bastante nessa preparação. Agora a gente deu uma ênfase maior, por estar tão perto da competição. Mas sempre trabalhamos assim, até porque a bola parada é um momento crucial do jogo, pode decidir uma partida. Então sempre tiramos uns minutos após o treino para treinar nossas jogadas. Para que a gente chegue no jogo e consiga executar bem. Fica eu (como cobradora), Marta, Andressa Alves, Tamires, acho que temos boas batedoras de falta e também boas cabeceadoras, então vamos chegar muito bem nesse aspecto”, finalizou a jogadora da Seleção.

A estreia do Brasil será no dia 21 de julho diante da China, em Miyagi. Na sequência, a Seleção Feminina encara a Holanda, no dia 24 de julho, também em Miyagi, e fecha a fase de grupos contra a Zâmbia, em Saitama, no dia 27 de julho. 

05/07 Treino da Seleção Feminina Principal em Portland. Poliana, Andressinha e Tamires 05/07 Treino da Seleção Feminina Principal em Portland. Poliana, Andressinha e Tamires
Créditos: Sam Robles/CBF

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