Departamento médico explica trabalho de recuperação física da Seleção Sub-17

Departamento médico explica trabalho de recuperação física da Seleção Sub-17

Após dois jogos em três dias, Seleção terá tempo maior de descanso para a sequência da competição

Fisioterapeuta Amil Henrique Lopes no Departamento Médico da Sub-17, no Sul-Americano 2019

Créditos: Marcos Paulo Rebelo/CBF

Após o empate com o Uruguai, a Seleção Brasileira Sub-17 tem um período maior de preparação antes do próximo compromisso pelo Sul-Americano. A Seleção só entra em campo na quinta-feira, contra a Colômbia, e até lá muito trabalho pode ser feito. Primeiro, vem o de recuperação dos atletas, que tiveram duas partidas intensas em apenas três dias.

Nesta segunda, os jogadores que começaram jogando contra o Uruguai fizeram um trabalho de recuperação física. Foram usadas botas de compressão, eletroterapia e liberação miofascial, entre outros meios para garantir a preservação do estado físico dos atletas. Enquanto isso, os jogadores que entraram durante o decorrer da partida ou ficaram no banco foram para a academia.

Médico da Seleção, Thiago Monteiro ressaltou a importância do trabalho feito imediatamente após o término do jogo.

— Geralmente, o pós-jogo é o momento em que o departamento médico tem mais trabalho. Primeiramente, tentar fazer com que os atletas se alimentem bem, tenham uma boa noite de sono, descansem bastante, para no dia seguinte fazer um trabalho de recuperação.


Como o Brasil não teve nenhuma lesão nesses dois jogos, todo o trabalho do departamento médico tem focado mais na manutenção dos atletas. No Sul-Americano, esse aspecto é muito importante. Considerado uma competição de tiro curto, o Sul-Americano tem intervalos de dois dias a cada rodada.

Além disso, uma característica deste Sul-Americano Sub-17, em especial, tem exigido um pouco mais dos jogadores da Seleção Brasileira. O gramado do Estádio Universidad San Marcos, em Lima, é sintético, e a adaptação dos jogadores a esse tipo de campo também pesa na recuperação física. É o que destacou o fisioterapeuta da Seleção, Amil Henrique Lopes.

— É um trabalho importante para os atletas. Esse campeonato exige muito deles, da parte física. Por ser jogo dia sim, dia não, o trabalho preventivo é de extrema importância para a recuperação e para manter a performance. Eles vêm trabalhando bastante a parte física e a adaptação à grama sintética. O trabalho preventivo acaba sendo primordial para manter esses atletas em alto nível, ou no mais próximo a isso — disse.

Nesta terça-feira, os adversários do grupo do Brasil entram em campo. Mas a Seleção folga na rodada, e pode aproveitar o dia a mais para fortalecer os seus atletas. O Brasil volta a campo na quinta-feira, contra a Colômbia, no mesmo Universidad San Marcos, em Lima. A bola rola às 21h30 (horário de Brasília).

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