Com a palavra, o capitão da equipe

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Lincoln é o escolhido para utilizar a braçadeira no Mundial do Chile

Lincoln

Créditos: Rafael Ribeiro / CBF

Qualidade técnica, liderança dentro e fora de campo e experiência. Essas são algumas das características do escolhido para ser o capitão da Seleção Brasileira Sub-17 no Mundial do Chile: Lincoln, meia que já atua entre os profissionais do Grêmio.

Confirmado como o responsável por utilizar a braçadeira, Lincoln sabe que a responsabilidade será grande, mas não mostra nenhum tipo de nervosismo. Muito pelo contrário. Com fala de gente grande, o menino de 17 anos espera corresponder à altura no posto.

- Claro que o capitão tem uma posição importante e não vou fugir da responsabilidade. Mas, independentemente de quem fosse o escolhido, a Seleção estaria bem servida. Nosso grupo é muito forte e sabemos que não chegaremos a lugar nenhum só com um ou dois jogadores. Somos 21, juntos, indo em busca do mesmo objetivo - comentou o meia.

Sotaque de gaúcho, canhota de chamar a atenção e muita entrega dentro de campo. Lincoln foi integrado aos profissionais do Grêmio em 2015 ainda antes do Sul-Americano Sub-17. No Paraguai, foi importantíssimo na conquista do título e da vaga para o Mundial. Mas o troféu levantado por lá - ele não foi o capitão durante todo o torneio, mas ficou com a braçadeira no último jogo - não traz ilusão.

- É uma competição completamente diferente. Aqui tem mata mata, pode ter prorrogação, disputa de pênaltis. Temos de ter um emocional forte e já começar a mil. Não dá para tropeçar em Mundial.

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