Comissões Técnicas das Seleções Femininas de base acompanham de perto trabalho de Pia Sundhage

Comissões Técnicas das Seleções Femininas de base acompanham de perto trabalho de Pia Sundhage

Técnicos das Seleções Femininas, Jonas Urias e Simone Jatobá, além da preparadora de goleiras, Maravilha, já estão reunidos com a equipe principal

Seleção Feminina - Treino no CT do São Paulo 260819

Créditos: Mauro Horita/CBF

As Comissões Técnicas das Seleções Brasileiras Femininas de base, Sub-20 e Sub-17, acompanham de perto o trabalho da equipe principal ao longo da preparação para o Torneio Uber Internacional de Futebol Feminino. Os técnicos Jonas Urias e Simone Jatobá, além da preparadora de goleiras Marisa Wahlbrink, a Maravilha, já estão reunidos como grupo em São Paulo (SP), e participarão de todos os treinos. O trabalho com as divisões de base visa o desenvolvimento conjunto entre todas as categorias. 

- Uma mentora como a Pia, com a experiência e o conhecimento dela, não pode passar em branco para quem está trabalhando com as categorias de base. É muito bom o Jonas Urias, a Simone Jatobá e a Maravilha estarem aqui. Nós vamos ampliando as relações e unindo os pontos. Assim, dando oportunidade de verem a forma como a Pia treina, o trabalho dela para inspirar o trabalho das categorias de base dentro de uma metodologia próxima - desta Marco Aurélio Cunha, Coordenador de Seleções Femininas da CBF. 

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Créditos: Mauro Horita/CBF

Marco Aurélio ainda destaca a oportunidade dos técnicos acompanharem atletas que ainda poderão servir as Seleções Femininas de base. Como no caso a meio-campista Yaya, que no ano passado defendeu a equipe feminina sub-17 no Campeonato Sul-Americano e no Mundial da categoria, e neste ano, foi destaque do São Paulo na conquista do Brasileiro Feminino A2.

- A Yaya que já foi atletas da Sub-17, e hoje jogaria uma Sub-20, está aqui. Ela já vem com o trabalho de seleção de base anterior e hoje, com o trabalho da Pia. Então é importante que os treinadores vejam para levarem isso para as suas categorias. Isso sempre ajuda, é integração, a Pia também aprende de alguma forma com eles, a forma de se comunicar, alguma expressões táticas que devem se desenvolver também - conclui. 

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Créditos: Mauro Horita/CBF

 

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