Dalla Déa destaca lado emocional do Brasil Sub-17 em virada histórica contra a França

Dalla Déa destaca lado emocional do Brasil Sub-17 em virada histórica contra a França

Técnico da Seleção Brasileira exaltou força de superação dos jogadores para reverter um placar adverso

Brasil x França - Semifinal Copa do Mundo Sub-17 2019 Brasil x França - Semifinal Copa do Mundo Sub-17 2019
Créditos: Alexandre Loureiro/CBF

A partida entre Brasil e França foi um teste e tanto para o coração dos torcedores. Depois de sair perdendo por 2 a 0, a Seleção Brasileira virou o jogo para 3 a 2 e garantiu sua classificação para a final do Mundial Sub-17. Orgulhoso do papel desempenhado pelos atletas, o técnico Guilherme Dalla Déa exaltou o equilíbrio emocional dos jogadores na virada.

Nunca é fácil para jovens de 17 anos virar uma partida como essa. Mas Dalla Déa sabia que este seria um aspecto fundamental na partida e trabalhou com eles para que estivessem prontos no momento certo.

- No futebol é essencial ter, a todo o tempo, a chama acesa. São 96, 97 minutos em uma partida. Não dá para não acreditar em uma virada. Eu acreditei neles. Eles acreditaram em si mesmos. De que forma ia ser? Não sei. Mas certamente seria com garra, com raça, determinação. Eu ajustei taticamente o time, mas também nos ajustamos emocionalmente.

Além da força mental da Seleção durante a virada, o Brasil também se aproveitou bem das mexidas promovidas pelo técnico. No segundo tempo, Dalla Déa acionou Garcia no lugar de Pedro Lucas, avançando o lateral Yan para a ponta direita. Ele cresceu na partida e levou a Seleção consigo.

Depois, foi a vez de Lázaro entrar no lugar de Diego Rosa. E a Seleção, que já tinha melhorado em campo, conseguiu o empate e a virada, dos pés do meia-atacante.

- O Lázaro é um atleta que tem uma qualidade de finalização incrível, tem total confiança nossa. É muito difícil você controlar o emocional dos jogadores que não entram sempre. Quando eles saem do vestiário para o jogo, eu dou um abraço e digo que eles vão ser importantes. No intervalo, eu abracei ele e o Matheusinho. Estrategicamente, deu certo. O Lázaro mostrou mais uma vez a qualidade e o poder de finalização dele.

Depois da euforia da virada, começa o trabalho pensando na final. No domingo, Brasil e México se enfrentam no Bezerrão, às 19h, pelo título do Mundial Sub-17. O técnico sabe que será preciso muito pé no chão e trabalho. Mas confia na capacidade da Seleção Brasileira.

- Primeiro, eu quero rever o México, rever o meu jogo, é importante analisar friamente. Saindo daqui já temos que rever. E aí montar a estratégia de como vai ser. Todos os jogos eu utilizo a parte estratégica, quando estou ganhando, perdendo ou empatando. Em tudo vamos sentar com o departamento de análise para que a gente coloque a melhor Seleção para fazer um grande jogo.

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