Capitão, Henri agradece carinho dos torcedores com a Seleção Sub-17

Capitão, Henri agradece carinho dos torcedores com a Seleção Sub-17

Na véspera da estreia na Copa do Mundo, zagueiro exaltou o apoio que o time tem recebido dos torcedores na caminhada para o Mundial

Henri concede entrevista coletiva na véspera do Mundial Sub-17 Henri concede entrevista coletiva na véspera do Mundial Sub-17
Créditos: Alexandre Loureiro/CBF

Desde que chegou a Brasília, a Seleção Sub-17 tem sentido de perto o calor da torcida brasileira. Em meio a dias de trabalho forte e sol a pino, os jogadores têm recebido conforto no apoio diário que recebem dos torcedores. E o resultado disso é que os ingressos estão praticamente esgotados para a estreia do Brasil, contra o Canadá. Mais de 14 mil entradas já foram vendidas, o que enche o zagueiro Henri de orgulho.

Capitão da Seleção Brasileira, o defensor do Palmeiras participou de uma entrevista coletiva nesta sexta-feira ao lado do técnico Guilherme Dalla Déa e aproveitou para agradecer o carinho demonstrado pelos brasilienses.

- A nossa expectativa é grande. É um sonho realizado, jogar uma Copa do Mundo. Sonhamos com isso desde criança. A ajuda da nossa torcida é muito importante para nós, vai nos ajudar muito dentro de campo. Nada melhor para nós do que jogar uma Copa do Mundo em casa - disse Henri.

Ser capitão da Seleção Brasileira não é exatamente uma situação inédita para Henri. Desde o Torneio na Inglaterra, vencido pelo Brasil, o zagueiro carrega a braçadeira.

Perguntado sobre o seu perfil como capitão, Henri foi discreto, mas garantiu que sabe puxar a orelha de seus companheiros quando precisa.

- Sou um capitão tranquilo. Mas na hora de cobrar eu cobro, seja dentro ou fora de campo. Porque até uma desorganização pode influenciar dentro dele - revelou.

A escolha do capitão passou diretamente pelo técnico Guilherme Dalla Déa. O treinador conhece Henri desde que ele o comandou no Sul-Americano Sub-15, em 2017, e reforçou a confiança que tem nele.

- Esses atletas já vêm comigo em um trabalho de três anos. Procuramos dentro do grupo identificar os líderes e isso não é só dentro de campo. A liderança tem que partir do lado de fora. Com a sua organização, o comprometimento e o respeito aos companheiros. A gente rodou entre vários atletas e nesse momento o Henri é o nosso capitão. Mas deixo claro que todos são os nossos capitães. Temos que trabalhar em equipe. Hoje, o Henri tem essa responsabilidade. É um atleta que é uma referência para o grupo. Isso nos deixa muito seguro - destacou.

O Brasil estreia no Mundial Sub-17 neste sábado, contra o Canadá, no Bezerrão. A bola rola às 17h, com transmissão ao vivo do Sportv e da Band. Além de Brasil e Canadá, Nova Zelândia e Angola também integram o Grupo A da Copa do Mundo.

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