
Angelina durante treino da Seleção Feminina na Inglaterra
Lívia Villas Boas/CBFOs amistosos contra Inglaterra e Itália estão servindo para o técnico Arthur Elias observar novas atletas e rever os pilares da equipe que levaram à recente conquista da Copa América. Entre os nomes de confiança do treinador brasileiro está o da meio-campista Angelina, um dos destaques do Orlando Pride, que disputa a NWSL, a liga de futebol profissional norte-americana. Na equipe da Flórida, pela qual completou 50 jogos recentemente, Angelina atua ao lado de outra brasileira, Marta, a maior jogadora de futebol da história.
Nada disso abala a tranquilidade com que a meio-campista encara os desafios. Pelo contrário, vestir a camisa amarelinha é motivo de alegria e satisfação. "Estou me sentindo muito bem, muito feliz em estar de volta depois da Copa América. A sensação é sempre muito boa de vestir a camisa da seleção novamente", disse Angelina após a primeira sessão de treinamento em Manchester.
Angelina durante treino da Seleção Feminina na InglaterraCréditos: Lívia Villas Boas/CBF
Enfrentar a Inglaterra é a oportunidade de medir forças com uma das melhores seleções da atualidade. O English Team conquistou o bicampeonato da Europa há poucos meses, enquanto o Brasil venceu a Copa América pela nona vez, há pouco mais de dois meses. O confronto é uma espécie de tira-teima e prévia da Finalíssima Feminina, supercopa oficial de futebol feminino disputada pelas seleções campeãs da Copa América Feminina e da Eurocopa Feminina, organizada pela CONMEBOL e UEFA, ainda sem data marcada para acontecer.
"A gente espera um jogo muito difícil, a Inglaterra já está no topo faz alguns anos, assistimos os jogos da Euro e sabemos da dificuldade, que elas estão muito bem esse ano. Acredito que vai ser um jogo muito difícil e com certeza a gente vai dar o nosso melhor pra sair com a vitória."
Angelina durante treino da Seleção Feminina na InglaterraCréditos: Lívia Villas Boas/CBF
Desde que assumiu o comando da seleção brasileira, Arthur Elias sempre promoveu a mescla entre jovens atletas e outras jogadoras mais experientes. Para Angelina, isso gera um ambiente positivo e benéfico para a equipe: "é legal ver essa troca de experiência com as mais novas, é uma ótima conexão que a gente tem na seleção, qualquer menina que vem se sente bem, à vontade."
