Guilherme Arana exalta humildade e dedicação da Seleção: ‘Esforço recompensado'

Guilherme Arana exalta humildade e dedicação da Seleção: ‘Esforço recompensado'

Lateral vibrou com conquista do ouro em Tóquio e fez questão de agradecer os companheiros que participaram da preparação do grupo

Seleção Olímpica enfrentou a Espanha no Estádio de Yokohama, na final da Olimpíada de Tóquio 2020. Guilherme Arana Seleção Olímpica enfrentou a Espanha no Estádio de Yokohama, na final da Olimpíada de Tóquio 2020. Guilherme Arana
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Muita coisa pode mudar em três anos. Para Guilherme Arana, foi o tempo necessário para um objetivo distante se tornar realidade. Em 2018, tendo poucos minutos na Europa, o lateral de 24 anos sonhava em defender a Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Conquistou a vaga e o bicampeonato, mas sabe que, no futebol, não se faz nada sozinho.

“Dedico essa medalha à minha família. Em 2018, eu estava na Europa, não vinha jogando, e comentei com eles que meu objetivo era estar aqui nas Olimpíadas. Sempre trabalhei, eles sempre confiaram em mim, meu irmão, meus pais, minha esposa. Sou grato a eles e ao grupo que se formou. Há grandes jogadores que não estão aqui e, na preparação, nos ajudaram bastante também. Eles também têm sua parcela de contribuição”, lembrou, enaltecendo a trajetória da Seleção até o ouro em Yokohama.

“Nossa equipe é muito qualificada. Ao longo desses dias de treinamento aqui no Japão, e da preparação na Sérvia também, todos entenderam a forma que o professor nos pedia para jogar, a ideia que ele tinha. A gente mereceu esse título. Fomos coroados porque trabalhamos com muita humildade, com pés no chão, e todo o esforço foi recompensado no final”, comemorou.

No mesmo palco onde a Canarinho conquistou o pentacampeonato mundial, Arana repetiu a icônica comemoração de Vampeta no Palácio do Planalto. Assim que recebeu a medalha, o lateral celebrou com cambalhotas no gramado. Desafio da família aceito e explosão de felicidade do Menino de Ouro.

“Eu mordi a medalha, depois que a recebi dei uma cambalhota ali… lembrei do Vampeta, quando foi campeão do mundo. Minha família me desafiou a fazer o mesmo que ele e, num momento desse de alegria, eu cumpri. É muito gratificante, todos os jogadores aqui são de qualidade e temos que manter esse ritmo nos nossos clubes, pois o nosso objetivo aqui foi cumprido”, vibrou, já sonhando em assinar seu nome em novas conquistas da Canarinho.

“O próximo sonho, nunca escondi de ninguém, é disputar a Copa do Mundo. O professor Tite já me conhece e sei que ele sempre dá oportunidade para quem trabalha. Vou trabalhar muito para, quem sabe, chegar à principal também”, projetou.

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