Brasil enfrenta o Egito pelas quartas de final da Olimpíada de Tóquio 2020

Brasil enfrenta o Egito pelas quartas de final da Olimpíada de Tóquio 2020

Neste sábado, às 7h (horário de Brasília), comandados de André Jardine buscam vaga para seguir na luta pela medalha de ouro

Brasil x Alemanha pela primeira rodada dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Paulinho Brasil x Alemanha pela primeira rodada dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Paulinho
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Chegou a hora! Neste sábado (31), a Seleção Brasileira entra em campo para a primeira partida eliminatória dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Em Saitama, o Brasil mede forças com o Egito, pelas quartas de final do torneio. A bola rola às 7h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo da Rede Globo, do Sportv e da BandSports.

Brasil x Arábia Saudita - Tóquio 2020


Data:
 31 de julho (quarta-feira)

Horário: 7h (horário de Brasília)

Local: Estádio de Saitama (JAP)

Transmissão: Rede Globo, Sportv e BandSports

Retrospecto equilibrado


O duelo deste sábado será o quinto encontro entre as equipes olímpicas de Brasil e Egito. Até aqui, foram dois empates e uma vitória para cada lado. A última partida foi em novembro do ano passado, em jogo preparatório para a Olimpíada de Tóquio. No Cairo, os donos da casa levaram a melhor sobre o Brasil, com um triunfo de virada por 2 a 1. O atacante Matheus Cunha anotou o gol brasileiro.

Em Jogos Olímpicos, no entanto, a Seleção Brasileira tem melhor retrospecto. Foram dois confrontos, em Tóquio 1964 e Londres 2012, com uma vitória do Brasil e um empate. O último jogo pela competição foi na rodada de abertura de Londres, com triunfo brasileiro por 3 a 2, com gols de Rafael, Neymar e Leandro Damião.

Jogos Olímpicos de Tóquio (1964)

Brasil 1 x 1 Egito

Torneio do Qatar (2003)

Brasil 1 x 1 Egito

Jogos Olímpicos de Londres (2012)

Brasil 3 x 2 Egito

Jogo preparatório (2020)

Brasil 1 x 2 Egito

Brasil e Egito se enfrentaram em novembro do ano passado
Créditos: Ricardo Nogueira/CBF

Pés no chão


O retrospecto equilibrado não é o único indicativo de que Brasil e Egito farão um jogo muito disputado nesse sábado. Em entrevista coletiva, o técnico André Jardine pregou muito respeito aos Faraós, em especial pelas lições aprendidas na fase de grupo dos Jogos Olímpicos. Das quatro equipes campeãs mundiais classificadas para o torneio, apenas Brasil e Espanha avançaram para as quartas de final, mostrando que "camisa não ganha jogo", como garantiu Jardine.

"Se analisarmos as três partidas que fizemos na primeira fase, percebemos que a camiseta, por si só, não joga. As seleções com menos tradições fizeram jogos tão difíceis, tão duros quanto a Alemanha, por exemplo", avaliou Jardine, antes de dar a receita para ir longe na competição:

"O segredo é o que a gente vem falando desde a primeira partida, que é respeitar todo mundo da mesma maneira, se preparar muito, estudá-los independente de quem sejam em todos os seus detalhes e focar muito na gente, no nosso espírito de jogo".

Os artilheiros contra a muralha


Diante do Egito, o Brasil enfrentará um desafio muito grande, especialmente pela qualidade da defesa da equipe africana. Em um grupo complicado, com Austrália, Espanha e Argentina, os egípcios sofreram apenas um gol em três jogos. Esse número dá ao time o posto de melhor defesa da competição, ao lado de Japão, Coreia do Sul e a própria Espanha.

Para furar este bloqueio defensivo, o Brasil aposta na sua dupla de artilheiros: Richarlison e Matheus Cunha. O Pombo é o maior goleador dos Jogos Olímpicos até aqui, com cinco gols marcados, e Matheus Cunha é o grande artilheiro do ciclo olímpico da Seleção Brasileira. Desde o Torneio de Toulon, em 2019, o atacante balançou as redes em 19 oportunidades pela Seleção. A última delas foi justamente na vitória por 3 a 1 sobre a Arábia Saudita.

Brasil x Arábia Saudita pela terceira rodada da Olimpíada de Tóquio. Richarlison, Matheus Cunha e Bruno Guimarães. Richarlison e Matheus Cunha são esperanças de gol diante do Egito
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

DG de volta


Para o jogo deste sábado, a Seleção Olímpica com o retorno de um dos principais líderes do elenco. Após cumprir suspensão de uma partida pela expulsão diante da Costa do Marfim, o meia Douglas Luiz estará à disposição do técnico André Jardine. Na vitória sobre a Arábia Saudita, o treinador optou pela entrada de Matheus Henrique na vaga deixada por DG.

Para garantir um 'jogo de medalha'


Caso o Brasil derrote o Egito e se classifique para as semifinais, a Seleção garantirá, ao mesmo, um jogo valendo medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Isso porque, mesmo se for superada nas semis, a equipe de Jardine poderá ir a campo pela disputa da medalha de bronze. E se depender do retrospecto recente da Seleção, o torcedor pode ficar animado.

O Brasil subiu ao pódio nos últimos três torneios de futebol masculino, com o bronze em Pequim 2008, a prata em Londres 2012 e o ouro na Rio 2016. Além disso, nas últimas oito participações, a Seleção Brasileira só não chegou entre os quatro primeiros nos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, quando caiu justamente nas quartas de final.

Neste sábado (31), Brasil e Egito se enfrentam pela Olimpíada de Tóquio 2020. A bola rola às 7h (horário de Brasília) no Estádio de Saitama, no Japão. A partida terá transmissão ao vivo da Rede Globo, do Sportv e da BandSports.

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