Brasil chega ao bicampeonato olímpico em Tóquio 2020; relembre conquistas

Brasil chega ao bicampeonato olímpico em Tóquio 2020; relembre conquistas

Veja os recordes, os detalhes e a trajetória da Canarinho nos dois títulos consecutivos

Seleção Olímpica enfrentou a Espanha no Estádio de Yokohama, na final da Olimpíada de Tóquio 2020 Seleção Olímpica enfrentou a Espanha no Estádio de Yokohama, na final da Olimpíada de Tóquio 2020
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

De novo no topo do pódio! Com o título conquistado diante da Espanha nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a Seleção Brasileira agora integra o seleto grupo de equipes que ganharam o ouro olímpico duas vezes consecutivas. Além de se unir a Uruguai, Grã Bretanha, Hungria e Argentina neste quesito, a Canarinho tem vários outros motivos para se orgulhar de sua história olímpica. Uma delas, é claro, é a superação no caminho para o título até então inédito.

Na Rio 2016, o Brasil teve um começo atribulado: empatou sem gols com África do Sul e Iraque pelas duas primeiras rodadas, no Mané Garrincha, em Brasília. Chegou a ver a classificação para o mata-mata ficar ameaçada. Nada que um show em solo baiano não resolvesse: na Arena Fonte Nova, os Meninos de Ouro atropelaram a Dinamarca por 4 a 0, garantindo a vaga nas quartas.

Já no mata-mata, um 2 a 0 sobre a Colômbia na Arena Corinthians, em São Paulo, carimbou o passaporte para as semifinais. No Maracanã, a Seleção goleou Honduras por 6 a 0 e garantiu o direito de disputar mais uma final olímpica — desta vez, em casa. Após um empate em 1 a 1 com a bola rolando, o Brasil despachou os alemães por 5 a 4 nos pênaltis, para a euforia de um Maracanã lotado. O título que faltava à Amarelinha já não faltava mais.

Quando entrou em campo em Yokohama para defender seu troféu olímpico, o Brasil já era o país com mais vitórias e o que mais vezes subiu ao pódio no futebol masculino. Foram sete medalhas: além dos dois ouros em 2016 e 2020, três pratas (1984, 1988 e 2012) e dois bronzes (1996 e 2008). Quatro delas foram consecutivas, feito que somente a Iugoslávia havia conquistado, entre 1948 e 1960,. Agora, a Canarinho é a  terceira maior campeã da história, atrás somente de Hungria e Grã-Bretanha, com três ouros cada.

Em comum, as duas conquistas brasileiras tiveram o protagonismo das mãos de seus craques. Na decisão da Rio 2016, Weverton pegou a cobrança decisiva do alemão Peterson. Em Tóquio, na semifinal, Santos defendeu a primeira cobrança mexicana, colocando o Brasil em vantagem, e também estava na bola que Vásquez mandou na trave. 

A solidez defensiva é marca em comum das duas campanhas: em Tóquio, foram apenas três gols sofridos. No Rio, apenas um, na decisão. No ataque, Neymar foi o artilheiro no primeiro ouro, com quatro gols. Em 2020, Richarlison comandou a artilharia brazuca, com direito ao primeiro hat-trick da carreira logo na estreia e outros dois gols importantes, contra a Arábia Saudita, garantindo a liderança do grupo e a classificação para o mata-mata.

Invicto, o Brasil não conheceu revezes nas duas vezes em que conquistou o lugar mais alto do pódio. Da estreia contra a Alemanha até a final contra a Espanha, foram dois empates e quatro vitórias. Uma sequência incrível para embalar mais uma conquista. Que venha Paris!

PATROCINADORES

Seleção Brasileira nike guarana antarctica vivo itau mastercard voe gol bitci free fire kwai grupo cimed fiat pague menos semp tcl cafe 3 corações techno gym stats ports kin analytics globus brasil