Nordeste: celeiro de campeões do mundo

Nordeste: celeiro de campeões do mundo

De Vavá, o Leão da Copa, o primeiro campeão, em 1958, ao pentacampeão Rivaldo, em 2002, Nordeste revelou muitos craques à Seleção Brasileira

bebeto

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Dida

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Créditos: Divulgação

Os primeiros campeões mundiais nordestinos foram Vavá, Dida e Zagallo. Vavá, o Leão da Copa, marcou cinco gols na Suécia, em 1958, e foi um dos destaques da conquista.  Centroavante típico, com um futebol de valentia e presença na área, o Peito de Aço, como também era chamado, foi revelado no futebol pernambucano, primeiramente, no América de Recife. Passou ainda pelo Íbis e Sport, onde mostrou a sua virtude de artilheiro para ser negociado com o Vasco da Gama, onde se tornou ídolo e, posteriormente, foi convocado para a Seleção Brasileira.

O alagoano Edwaldo Santa Rosa, o Dida, camisa 10 do Flamengo e primeiro ídolo de Zico, foi revelado no CSA, em Maceió. Artilheiro do campeonato alagoano, transferiu-se para o Flamengo onde se tornou o segundo maior artilheiro do clube, atrás somente do admirador Zico, com 264 gols em 357 jogos.

O também alagoano Mário Jorge Lobo Zagallo nasceu na cidade de Atalaia, mas veio muito novo para o Rio de Janeiro, onde começou a jogar no América, tendo brilhado no Flamengo e no Botafogo. Zagallo é tetracampeão do mundo, duas vezes como jogador, uma como treinador e uma como coordenador técnico.

Em 1962, Vavá voltou a representar a região com brilho, sendo bicampeão do mundo e artilheiro do Mundial do Chile, juntamente com Garrincha, com quatro gols.

No tetracampeonato em 1994, nos Estados Unidos, havia três representantes da Região Nordeste: Bebeto, talento no ataque, é baiano de Salvador, revelado pelo Vitória até se transferir, ainda juvenil, para o Flamengo.

O meio-campo Mazinho é paraibano de Santa Rita, foi revelado pelo Santa Cruz, da sua cidade, de onde veio para o Vasco da Gama.

O pernambucano Riardo Rocha, de Recife, começou no Santo Amaro, depois no Santa Cruz, antes de se transferir para o Guarani de Campinas e ver seu futebol brilhar em vários clubes do Brasil e de outros países.

O baiano Aldair começou a jogar nas "babas" - o equivalente às peladas, no Rio de Janeiro, ou rachões, em São Paulo - em Ilhéus, mas veio ainda adolescente para Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, onde foi "descoberto" em uma pelada na praça por Juarez, um ex-jogador do Flamengo, e levado para a Gávea. 

2002 trouxe o pentacampeonato mundial e com ele mais um grande destaque daquela conquista, que garantiu até hoje a hegemonia ao futebol brasileiro no mundo. Rivaldo Borba Ferreira, o camisa 10 da Seleção Brasileira, é considerado um dos maiores da sua posição no mundo em todos os tempos, eleito o número 1 pela FIFA em 1998, graças às temporadas espetaculares que fez pelo Barcelona, onde marcou 130 gols e se tornou grande ídolo.

Rivaldo é pernambucano de Paulista, onde começou a jogar no Paulistano. Passou pelo Santa Cruz, transferiu-se para o Mogi Mirim, depois para o Corinthians, em que iniciou a sua trajetória de craque.  

Do grupo pentacampeão de 2002, também faz parte o goleiro Dida, baiano da cidade de Ilhéus, revelado pelo Vitória. Dida começou a se destacar no Cruzeiro e se tornou um dos maiores da sua posição. Edílson, nascido em Salvador, começou no Industrial (ES). Outro baiano do penta, o meio-campo Vampeta, foi revelado pelo Vitória.     

Na relação de jogadores do Nordeste que brilharam na Seleção Brasileira não poderia faltar o nome do grande Ademir Menezes. Não foi campeão do mundo? Não importa. Artilheiro que foi considerado em sua época, nos anos 1950, o maior jogador do Brasil, Ademir, o Queixada, nasceu em Recife, foi revelado pelo Sport, onde jogou três anos, até ir para o Vasco da Gama e ser o grande ídolo do clube de São Januário. Ademir Menezes foi o artilheiro da Copa do Mundo de 1950, com nove gols.  

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