Atlético Mineiro aplicou a maior goleada da história da Copa do Brasil: 11 a 0 sobre o Caiçara

Atlético Mineiro aplicou a maior goleada da história da Copa do Brasil: 11 a 0 sobre o Caiçara

Gérson marcou cinco gols. Marquinhos (três), Edu Zanelo (dois) e Sérgio Araújo completaram o placar extravagante

Independência foi o estádio onde o Atlético aplicou a maior goleada

Independência foi o estádio onde o Atlético aplicou a maior goleada

Créditos: Bruno Cantini/Atlético MG

A Copa do Brasil de 1991 ficou marcada por um recorde até hoje não quebrado. No dia 28 de janeiro, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, o Atlético Mineiro fez 11 a 0 no Caiçara, time da cidade piauiense de Campo Maior. Um exagero.

O primeiro jogo, no dia 20 de janeiro, no Piauí, o Atlético Mineiro venceu apertado: 2 a 1.

- Jogamos com um time misto. Mas no segundo jogo, o time entrou completo e, como estava certinho, acabou vencendo sem dificuldade. Logicamente que o placar foi exagerado - lembra Jair Pereira, o técnico do Galo em 1991.

Naquele ano, fruto do bom time que montara, o Atlético Mineiro foi campeão mineiro. No ataque, havia uma artilheiro nato, Gérson – já falecido – que tinha extrema facilidade em balançar as redes

- Neste jogo ele marcou cinco. Estava inspirado. Mas o time todo era muito bom, jogava para a frente – completa Jair.

Com 10 minutos de jogo, o Galo vencia por 2 a 0. O primeiro tempo terminou 4 a 0. No segundo tempo, foi que a coisa desandou de vez. O lateral-esquerdo Paulo Roberto, que hoje é comentarista esportivo – irmão do ponta-esquerda Tato, tricampeão carioca pelo Fluminense em 1983/1984/1985 – conta um pouco da história daquele jogo no dia 28 de janeiro de 1991.

- O time deles se perdeu completamente, e os gols foram saindo naturalmente. Um atrás do outro. Como o saldo de gols era importante na competição, quanto mais gols marcávamos, mais queríamos.

O ponta-direita Sérgio Araújo também tem muito viva a lembrança deste jogo. Mais do que isso: tem a partida gravada em um DVD com seus melhores momentos jogando no Galo, de quem foi ídolo.

-  De vez em quando revejo o partida. O meu gol saiu de um cruzamento do Marquinhos, que eu completei de chapa – contou.

Sérgio Araújo era tão querido pelos torcedores do Galo que sua venda para o Flamengo, em 1988, provocou um tumulto no clube.

- Os torcedores queriam quebrar tudo. Mas acabei voltando para o Galo.

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