Defensoras do São José falam sobre invencibilidade

Defensoras do São José falam sobre invencibilidade

Em entrevista ao site da CBF, goleira Viviane e zagueiras Gislaine e Bagé comentam sobre o bom momento do clube na Copa do Brasil de Futebol Feminino

Paredão do São José, goleira Viviane acredita no bom entrosamento da equipe para o jogo de hoje

Paredão do São José, goleira Viviane acredita no bom entrosamento da equipe para o jogo de hoje

Créditos: Arthur Marega Filho / São José Futebol Feminino

Bagé tem a confiança da equipe para manter a invencibilidade da defesa joseense no torneio

Bagé tem a confiança da equipe para manter a invencibilidade da defesa joseense no torneio

Créditos: Tião Martins / PMSJC

Além de ajudar na defesa, Gislaine tem faro de gol: balançou a rede duas vezes, na vitória por 5 a 0 sobre o JV Lideral-MA

Além de ajudar na defesa, Gislaine tem faro de gol: balançou a rede duas vezes, na vitória por 5 a 0 sobre o JV Lideral-MA

Créditos: Tião Martins / PMSJC

As semifinais da Copa do Brasil Feminina começam nesta quarta-feira (5), com o duelo entre a equipe do Foz Cataratas, do Paraná, contra o São José, de São Paulo. O confronto tem início às 19h, no Estádio Pedro Basso, em Foz do Iguaçu, e colocará à prova o bom aproveitamento da equipe paulista na competição.

Bicampeã da competição, a equipe joseense tem feito um campeonato digno de candidata ao título: até o momento, disputou quatro jogos e venceu todos, com destaque para a goleada por 13 a 0 em cima do Atlético-AC, fora de casa. O bom desempenho do setor ofensivo da equipe também reflete lá atrás, fazendo com que o clube paulista seja o único a não ter levado gols até o momento no torneio.

Em entrevista ao site da CBF, a zagueira Gislaine considera que o segredo do bom momento do time passa principalmente pela convivência dentro e fora de campo.

– Acredito que o entrosamento é um dos fatores mais importantes. Eu e a Bagé jogamos juntas há alguns anos e isso facilita bastante durante o jogo, a gente se conhece pelo olhar e acaba ajudando a tomar certas decisões na partida – disse a zagueira, que enalteceu o trabalho da técnica Emily.

– A professora Emily vem fazendo um bom trabalho no São José e, com a sua filosofia de trabalho, vem nos orientando bastante principalmente na parte defensiva, o que reflete neste aproveitamento que temos tido, de não levar gols no torneio – avaliou Gislaine, que além de ajudar na defesa, deixa sua marca no ataque: no último jogo da equipe joseense, a camisa 4 marcou dois gols e foi fundamental para selar a classificação para a fase semifinal do torneio.

– Procuro ajudar minha equipe da melhor maneira possível tanto na defesa quanto no ataque e, sempre que aparece uma oportunidade, eu subo na área para tentar fazer gol, principalmente nas bolas paradas – finalizou a atleta.

Baixas não atrapalharam

A quantidade de lesões era uma preocupação na cabeça da goleira Viviane. Para a camisa 1, o período complicado do grupo fez a equipe se fortalecer ainda mais para a temporada.

– A quantidade de lesões e desfalques que tivemos ao longo ano, somado às transferências, acabou debilitando um pouco a equipe. Agora estamos conseguindo manter um padrão, nos entrosando e adaptando o time ao sistema tático da professora Emily – disse Viviane, que vê as demais equipes como potenciais favoritas ao título, junto ao São José.

Rumo à final

A expectativa da zagueira Bagé é chegar à decisão mantendo este bom retrospecto. Para isso, precisa vencer os dois jogos contra o Foz Cataratas nas semifinais. O primeiro confronto é nesta quarta, fora de casa.

– Sabemos que será um jogo bastante difícil, principalmente pela qualidade das atletas do Foz. É uma equipe nova e bastante determinada, mas vamos encarar este desafio com vontade para superar mais este degrau – afirmou a zagueira.

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