Aline Pellegrino faz balanço positivo do Brasileirão Feminino A-2

Aline Pellegrino faz balanço positivo do Brasileirão Feminino A-2

Coordenadora de Competições Femininas da CBF destacou a importância de entregar em alto nível uma competição que conta com clubes dos 27 estados do Brasil.

Final do Campeonato Brasileiro Feminino A-2: Botafogo-RJ x Napoli-SC Final do Campeonato Brasileiro Feminino A-2: Botafogo-RJ x Napoli-SC
Créditos: Thais Magalhães/CBF

Com direto à final inédita, o Brasileirão Feminino A-2 encerrou, neste domingo (6), a quarta edição com o Napoli-SC se sagrando campeão. Depois do acesso à Série A-1, a equipe catarinense coroou a temporada espetacular com o título da competição. Na final, o time de Caçador-SC desbancou o Botafogo, e conquistou de forma invicta o troféu da segunda divisão do campeonato nacional.

Comprometida com o crescimento da modalidade, a CBF promoveu um investimento inédito para o fortalecimento da competição. Os recursos do Fundo de Legado da Copa do Mundo de 2014 financiaram a logística dos clubes, como transporte e hospedagem, remuneração da arbitragem, além da transmissão das partidas e outros custos operacionais. Coordenadora de Competições Femininas da CBF, Aline Pellegrino destacou a importância de entregar em alto nível uma competição de caráter democrático, que conta com clubes dos 27 estados do Brasil. 

"Foi um campeonato muito importante se tratando de uma série A-2, de uma complexidade muito maior para a retomada do futebol com essa segurança com 36 clubes, de todos os 27 estados. Tínhamos uma preocupação muito grande e, nesse sentido, a sensação hoje é muito boa de ter entregado em alto nível, uma grande final em um grande palco. Então já mostra que a série A-1 vem forte e é isso que a gente quer, tanto a A-1 quanto a A-2 mais forte e competitiva", destaca Aline Pellegrino. 

Aline Pellegrino e Rubens Angelotti, Presidente da Federação Catarinense de Futebol, na final do Brasileirão Feminino A-2 Aline Pellegrino e Rubens Angelotti, Presidente da Federação Catarinense de Futebol, na final do Brasileirão Feminino A-2
Créditos: Thaís Magalhães/CBF

No período de paralisação do futebol nacional, por conta da pandemia de Covid-19, a CBF repassou aos clubes um aporte financeiro de 50 mil reais para manutenção das equipes durante o período sem atividades. Ao longo da competição, a entidade também financiou os testes das 36 equipes para realizar os teste de Covid-19, iniciativa importante para a manutenção do futebol feminino.

"Apesar de tudo, o futebol feminino se saiu muito bem e foi extremamente importante a CBF tomar a decisão de manter todas as competições. O Presidente Rogério Caboclo e o Diretor de Competições, Manoel Flores, tiveram essa coragem de criar protocolos e a gente conseguiu entregar mais uma competição. Com certeza, vamos olhar para trás e ver um saldo muito positivo", conclui Aline Pellegrino. 

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