Sobre Comissão Médica e de Combate à Dopagem

Sobre Comissão Médica e de Combate à Dopagem

EDUCAÇÃO | INVESTIGAÇÃO | CONTROLES NOS PADRÕES INTERNACIONAIS

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) criou a Comissão de Controle de Doping em 18 de julho 1.989 através da portaria CBF 49 / 89, procurando estabelecer o futebol livre de doping, e mais, proporcionar a IGUALDADE nas competições, a SAÚDE dos jogadores e a ÉTICA no esporte.

A CBF, no âmbito da antidopagem do futebol, se apresenta como protagonista, e através de uma consistente colaboração com a Organização Nacional Antidoping - ONAD, a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), tem um dos melhores programas antidopagem do futebol.

Comissão Médica e de Combate à Dopagem

A (CCD) está subordinada diretamente à Comissão Médica e de Combate à Dopagem e responde de forma hierárquica a esta Comissão.

A CCD, sendo descrita como uma Organização Antidoping, se mostra solidamente fundamentada nos pilares de sustentação da atividade antidopagem no futebol :

[ EDUCAÇÃO | INVESTIGAÇÃO | CONTROLES NOS PADRÕES INTERNACIONAIS ]

As normas antidoping são universais, ditadas pela Agência Mundial Antidoping – WADA-AMA (através do Código Mundial Antidoping , na sua atual versão - 2.021) e Federação Internacional de Futebol FIFA ( através do Regulamento de Controle Antidoping da FIFA na sua atual versão - 2.021).

Em respeito ao Regulamento de Controle de Doping da Federação Internacional – FIFA 2.021 e ao Código Mundial 2.021 da Agência Mundial Antidoping -  WADA-AMA, a CCD da CBF assume o compromisso de respeitar os Padrões Internacionais de Coleta, Guarda e Transporte das Amostras coletadas e de buscar a necessária harmonização aos processos antidopagens e procedimentos educacionais.

DOPING – DEFINIÇÃO

A definição de DOPING diz respeito ao uso de substâncias ou métodos específicos de forma voluntária ou involuntária, proibidos pela Agência Mundial Antidoping – WADA-AMA e a Federação Internacional de Futebol – FIFA, que alteram o desempenho do atleta (no caso, jogador ou jogadora de futebol).

A Agência Mundial Antidoping – WADA-AMA considera DOPING toda conduta que VIOLE AS REGRAS ANTIDOPING, conforme artigo nº 1 (DEFINIÇÃO DE DOPAGEM), do Código Mundial Antidoping.

Atualmente a definição de doping está mais ampla, diz respeito ao uso de substâncias ou métodos específicos, considerados proibidos pela WADA-AMA, que alteram ou interferem no desempenho de um atleta em competição ou fora de competição.

O Código Mundial Antidoping – 2.021 diz que doping se caracteriza por qualquer violação das regras antidoping cometida pelo(a) jogador(a) ou seu pessoal de apoio, constituindo situação suficiente para abertura de investigação de real violação, avaliada pelo conselho gestor de resultados.

Importante saber que nem sempre o “crime capital” está na melhora do desempenho, mas infringir o conceito de proteção à saúde do(a) jogador(a), seus adversários ou ainda o espírito de competição, é fortemente condenado.

Infelizmente o DOPING doloso passa por constantes atualizações, “evoluções” decorrentes de altos investimentos financeiros, pesquisas e tecnologia ( a conhecida disputa entre doping X antidoping ), ou seja, novas substâncias e seu uso indevido são frequentemente descobertas.

Podemos dizer o mesmo quanto aos métodos proibidos, por exemplo, na manipulação do sangue, seus componentes através de meios físicos ( cateter de laser ) ou químicos e a dopagem genética.