Edição 2022 do Relatório da Discriminação Racial no Futebol será lançada nesta terça-feira (21)

Edição 2022 do Relatório da Discriminação Racial no Futebol será lançada nesta terça-feira (21)

Presidente da CBF e Marcelo Carvalho, diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol irão assistir juntos a Brasil e Argentina, no Maracanã

CBF e Observatório da Discriminação Racial no Futebol lançam nova edição de relatório nesta terça-feira (21) CBF e Observatório da Discriminação Racial no Futebol lançam nova edição de relatório nesta terça-feira (21)
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Observatório da Discriminação Racial no Futebol lançam nesta terça-feira (21), a edição 2022 do Relatório da Discriminação Racial no Futebol. O lançamento oficial acontecerá durante o encontro entre o diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho, e o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, que assistirão juntos ao confronto entre Brasil e Argentina, no estádio do Maracanã.

"Estamos lado a lado com o Observatório da Discriminação Racial no Futebol, empenhados em trabalhar pelo fim do Racismo. O caminho a percorrer é desafiador. Mas começamos esse caminho mudando de forma estruturada a postura da CBF diante desse crime. Saímos da passividade vista em gestões anteriores para a ação. A criação de penas desportivas e de campanhas de conscientização tornaram a CBF uma referência mundial e também responsável pela causa. Racismo é crime e é com trabalho que vamos fazer com que o futebol seja inclusivo, como deve ser", ressaltou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.

"Nesse segundo ano de parceria entre CBF e Observatório da Discriminação Racial no Futebol a divulgação do estudo, que está em sua nona edição, traz um profundo diagnóstico sobre a incidência dos casos de racismo e preconceito na cadeia do futebol", explica Marcelo Carvalho.

Um dos destaques do relatório aponta o crescimento no número de denúncias de racismo no futebol brasileiro, que saltaram para cerca de 90 contra 64 no ano de 2021. O mesmo aconteceu com o número de casos de racismo, que apontou alta de 50%, com 233 casos registrados.

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