CBF sobe 208 posições no ranking das maiores empresas do Brasil da Revista Exame

CBF sobe 208 posições no ranking das maiores empresas do Brasil da Revista Exame

Entidade ocupa a posição 734 entre as mil maiores empresas com atuação no país, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira (19) pela publicação.

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Créditos: Divulgação

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) subiu 208 posições no ranking das maiores empresas do Brasil divulgado nesta quinta-feira (19) pela Revista Exame. A entidade, que ocupava o 942° lugar em 2019, agora aparece na posição 734 no estudo atualizado, que avaliou dados dos balanços, relativos a 2019, de mais de três mil empresas e considera o faturamento líquido total como critério para classificar as companhias.

Integrante do setor ‘Clubes e Federações’, a CBF apresentou uma variação positiva de 42,7% em sua receita líquida, com um total de R$ 888,2 milhões. Para formulação de seu ranking, a Revista Exame considera a receita operacional líquida das empresas, desconsiderando por exemplo, os valores provenientes de receitas financeiras.

Uma das principais referências do país, o ranking da Revista Exame consolida a CBF entre as maiores empresas do Brasil. Recentemente, em outra publicação do mesmo gênero, o Anuário Valor 1000, do Jornal Valor Econômico, a entidade também esteve presente, ocupando a posição número 649 no geral.

“O crescimento CBF neste ranking reflete a melhoria contínua de nossa gestão em termos de inovação, eficiência e transparência. Esse desempenho financeiro responsável é que nos permite investir cada vez mais no fomento do futebol brasileiro, buscando sempre o crescimento equilibrado e sustentável”, afirma Rogério Caboclo, Presidente da entidade.

O Prêmio Maiores e Melhores da Revista Exame completa 47 anos em 2020. A publicação avalia de forma padronizada um conjunto de indicadores contábeis e financeiros, com dados retirados do balanço ou fornecidos pelas próprias empresas. 

Receita e investimento recordes em 2019
A CBF registrou receita e investimento recordes no ano passado. A receita total foi de R$ 957 milhões, o que representou um aumento de 43,3% em relação a 2018. Este número foi alcançado, especialmente, pela elevação de três fontes de receitas da entidade: patrocínios, direitos de transmissão e comerciais e Fundo de Legado da Copa do Mundo de 2014.

Mais da metade desse montante foi aplicada direta e indiretamente no futebol. Dos R$ 535 milhões investidos pela CBF em 2019, destacam-se os R$ 215 milhões aplicados no custeio das Seleções Principal, Feminina e de Base e os R$ 320 milhões investidos na realização de competições de clubes e no fomento do futebol em todos os Estados brasileiros. Combinando os anos de 2017, 2018 e 2019, os valores aportados superam R$ 1,37 bilhão.

O superávit do exercício foi de R$ 190 milhões, o que reflete um aumento de 265% em relação ao ano anterior.

Somando-se todos os encargos sociais e tributos federais, estaduais e municipais, a CBF recolheu aos cofres públicos o montante de R$ 189,6 milhões ao longo do exercício de 2019.

O ativo total da CBF ao final de 2019 foi de R$ 1,248 bilhão, um crescimento significativo em relação ao valor de R$ 1,046 bilhão registrado no ano de 2018. Antes de serem aprovados em Assembleia Geral, os números foram submetidos à auditoria independente e ao Conselho Fiscal da entidade. Em ambos, houve aprovação sem ressalvas.