VAR no Brasil: Marcos Marinho analisa preparação da arbitragem

Presidente da Comissão de Arbitragem destaca investimento realizado pela CBF para a implementação da tecnologia no país

Cel. Marcos Marinho, Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, acompanha Curso de VAR no Brasil

Cel. Marcos Marinho, Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, acompanha Curso de VAR no Brasil

Créditos: João Moretzsohn / CBF

Cel. Marcos Marinho, Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, acompanha Curso de VAR no Brasil

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Créditos: João Moretzsohn / CBF

Cel. Marcos Marinho, Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, acompanha Curso de VAR no Brasil

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Créditos: João Moretzsohn / CBF

A arbitragem brasileira concluiu a última etapa de preparação para o uso do VAR nas Quartas de Final Copa do Brasil 2018. Após 20 dias de treinamento intensivo em Agúas de Lindóia (SP), o 2º Curso de Capacitação para Árbitros Assistentes de Vídeo chegou ao fim no último domingo (8) e contou com a participação dos 32 árbitros, candidatos a atuarem com a tecnologia na próxima fase do torneio nacional.

Ao analisar o processo de implementação do VAR no Brasil, Marcos Marinho destacou o investimento realizado na formação do árbitro brasileiro. Segundo o Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, cursos de aprimoramento como o realizado no Eco Resort Oscar Inn são de extrema importância para o domínio da tecnologia.

- É um investimento alto com toda a parafernália, equipamentos, a preparação do pessoal... É um investimento pesado, necessário, mas que realmente a CBF está de parabéns pelo que tem feito para colocar o Árbitro de Vídeo em prática. Estamos preparados para dar início ao VAR na Copa do Brasil - analisou Marcos Marinho, que ainda projetou os benefícios que o futebol terá com o recurso da nova ferramenta.

- Ele vai legitimar o resultado e tudo que acontecer dentro de campo. Aqueles grandes erros não vão ocorrer mais, porque o VAR estará auxiliando o árbitro de campo a tomar uma decisão mais correta em cima de uma tecnologia. E é necessário esse treinamento. Um entrosamento do VAR com o operador... São detalhes e refinamentos para conseguir um resultado positivo lá na frente - concluiu.

Com participação direta na criação do Árbitro Assistente de Vídeo, o Brasil se destaca pelo pioneirismo. Primeira entidade do mundo a provocar a implementação do VAR, a CBF contribui com o processo desde 2015, quando, em setembro, enviou o projeto base dos pilares do protocolo adotado pela IFAB. Já em março de 2016, foi realizado um treinamento offline nas duas decisões do Campeonato Carioca (Botafogo x Vasco). Desde então, a Comissão de Arbitragem testou a ferramenta em jogos pontuais e a ENAF vem realizando Cursos de Capacitação.

 

 


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