Árbitro de vídeo: da sala de aula ao campo de jogo

Árbitro de vídeo: da sala de aula ao campo de jogo

No segundo dia de curso em Águas de Lindóia, participantes assistiram a vídeos temáticos, manusearam a ferramenta e receberam orientações no campo

Curso de capacitação de árbitro de vídeo em Águas de Lindóia (SP)

Curso de capacitação de árbitro de vídeo em Águas de Lindóia (SP)

Créditos: Rafael Bertanha / Futura Press / Divulgação

Curso de capacitação de árbitro de vídeo em Águas de Lindóia (SP)

Curso de capacitação de árbitro de vídeo em Águas de Lindóia (SP)

Créditos: Rafael Bertanha / Futura Press / Divulgação

Curso de capacitação de árbitro de vídeo em Águas de Lindóia (SP)

Curso de capacitação de árbitro de vídeo em Águas de Lindóia (SP)

Créditos: Rafael Bertanha / Futura Press / Divulgação

O curso de capacitação para o uso do Árbitro Assistente de Vídeo (VAR) da Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol continuou com uma parte muito importante nesta terça-feira (26). Na cidade de Águas de Lindóia (SP), os participantes fizeram atividades teóricas e práticas, dividas em três turnos.

Para começar o dia, os árbitros e assistentes assistiram a vídeos temáticos, com a reprodução de lances polêmicos, e fizeram avaliações aplicadas pelo instrutor Manoel Serapião. Durante a atividade, orientou também sobre como devem ser feitas as sinalizações durante o uso da ferramenta.

O período da tarde, foi reservado para a prática. Enquanto uma equipe ficava na sala com os monitores reproduzindo as imagens de sete câmeras e o recurso de replay disponibilizado, uma dupla ia para o gramado para receber as orientações do árbitro de vídeo e treinar a sinalização. Eram três pessoas na cabine: um operador de replay (responsável pela parte técnica do equipamento), um árbitro de vídeo (analisando todos os ângulos das imagens) e um árbitro assistente de vídeo (focado na câmera posicionada na posição de impedimento). No gramado, um assistente e um árbitro com comunicação via ponto eletrônico.

Os atletas participantes da atividade, integrantes do time Sub-17 do Brasilis Futebol Clube, foram orientados pelos instrutores da CBF a cometerem ações que deixassem os árbitros e assistentes em dúvida. Em cobranças de pênalti, por exemplo, o goleiro esperava a bola ficar bem em cima da linha antes de espalmar. 

– O objetivo do árbitro de vídeo e ajudar os clubes e o futebol a não sofrerem danos com erros que pode ser corrigidos. Por consequência, o árbitro também não vai sofrer a pressão. Mas o objetivo principal é legitimar os resultados, ajudar o futebol a ser mais ético e evitar que o título de um clube vá para outro por um erro de arbitragem que possa ser corrigido – destacou o instrutor de árbitro de vídeo Manoel Serapião.    

No turno da noite, os instrutores exibiram imagens do que foi feito ao longo do dia e fizeram uma avaliação geral das análises de comunicação, gestual e postura.