Arbitragem utiliza metodologia da sala invertida

Arbitragem utiliza metodologia da sala invertida

Com mudança de funções, exercício fez com que todos utilizassem metodologia específica, trabalhassem em todas as funções e com todo o grupo

Arbitragem utiliza metodologia da sala invertida

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Créditos: Reprodução/CBF TV

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Créditos: Reprodução/CBF TV

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O curso de aperfeiçoamento para instrutores de arbitragem regionais traz exercícios inovadores para os seus participantes. Nesta sexta-feira (26), o dia em Pinheiral (RJ) começou com a metodologia da sala invertida. O grupo foi dividido em cinco estações e houve uma troca de funções entre professores e alunos.

Cada grupo tinha quatro vídeos para analisar, conceituar e definir as situações. Os mentores acompanhavam e, após o tempo esgotado, os integrantes se deslocam para a próxima estação, com outro mentor e mais quatro situações. No fim da atividade, todos trabalharam cinco vídeos como líderes do grupo e outros 15 como debatedores. Sendo assim, o objetivo das estações, que era que todos utilizassem uma metodologia específica, foi alcançado.

O exercício da sala invertida consegue um maior foco no que está sendo dito em sala de aula, mais ação dos alunos em relação aos professores, motivação maior dos participantes e uma maior troca de experiência entre os alunos e professores. Alício Pena Júnior, instrutor da CBF, fez uma análise da atividade. 

– Nesse exercício o instrutor está trabalhando no computador, dominando a ferramenta, trabalhando com a análise de vídeo, como parar, como seguir, como interromper o vídeo, e exercendo também o domínio da classe. Porque os que estão atrás dele no momento de analisar o vídeo seriam como seus alunos na sala de aula. A gente está trabalhando todas estas ações que ele realiza no curso, no treinamento com os árbitros, aqui com os instrutores na sala de aula. Aliando a tudo isso a definição dos conceitos para cada situação – afirmou. 

Belmiro da Silva, instrutor regional da Bahia, também transmitiu as impressões que teve com a atividade. Ele destaca que o curso, de uma forma geral, vai influenciar diretamente no método de ensino dele aos árbitros promissores do seu estado. 

– A minha forma de ensinar aos árbitros com certeza vai ser diferente a partir de agora. Será a mesma que a CBF usa para orientar os seus árbitros. E é isso o que buscamos também. O conhecimento nós temos, mas como aplicar essa metodologia? A Comissão de Arbitragem vem passando isso para nós, juntamente com a nossa escola de árbitros – acrescentou.  

No período da tarde, os participantes do curso foram para o campo principal do CT João Havelange e trabalharam novamente situações de jogo com equipes de base de clubes locais, mas com uma mudança com relação aos dias anteriores. A metologia da sala invertida foi posta em prática assim como no exercício da manhã e também houve troca de função entre professores e alunos.